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Sexta-feira, 10 de Março de 2006

Dinastias Parte I

Não existe cronologia que se preze que não nos apresente a história de Portugal "arrumada" pelas dinastias reinantes à época: Borgonha, Avis, Habsburgo (ou Filipina) e Bragança, foram até à implementação da república os pontos chave de uma historiografia que ainda não se encontra totalmente estabilizada.

Numa primeira observação, seríamos levados a crer que tal se deve ao papel decisivo desempenhado pelos monarcas face a uma relativa subalternização dos seus súbditos. Nada de mais falso. Não são os monarcas que traçam os destinos da nação mas a nação que traça o destino dos seus monarcas. Vem-me sempre à memória uma célebre frase proferida por João Franco ao malogrado Príncipe D. Luiz Filipe " O Reino não é do Príncipe, o Príncipe é que é do Reino".

 Não obstante, esta divisão tem o grande mérito de conseguir balizar momentos de extrema importância do nosso passado colectivo.

A passagem da primeira dinastia (Borgonhesa ou Afonsina)  para a dinastia de Avis apenas se consolidou na tarde de 14 de Agosto de 1385, no campo militar de S. Jorge, graças ao génio do Contestável e à coragem do Regente e Defensor do Reino</a></a>. 

Felipe II de Habsburgo não teve uma tarefa tão árdua, porquanto contou com a ingenuidade de D. Sebastião, a falta de coragem do Cardeal - Rei D. Henrique, e a venalidade da nobreza portuguesa para fundar a 3ª dinastia.

Ao Duque de Bragança D. João II, (D. João IV como Rei de Portugal) deve-se  ousadia de aceitar o repto de João Pinto Ribeiro e Antão de Almada, para ser Rei de Portugal. No entanto a nossa independência definitiva teve que esperar pela regência de Dona Luiza de Gusmão, na célebre Batalha de Montes Claros, sob o comando do Marquês de Marialva, perante uma Espenha ainda não totalmente recomposta da guerra dos 30 anos. 

A personalização é a via mais cómoda quando pretendemos explicar, de uma forma simples, transformações políticas, sociais e económicas profundas, cujas variáveis são demasiado complexas para permitirem uma linearidade de pensamento. No entanto, as alterações estruturais decorrentes destes episódios vão muito para além dos rostos que os lideraram, sendo da mais elementar justiça a homenagem aos milhões de homens e mulheres que nos legaram este país, com a sua língua, cultura e passado histórico que tanto nos orgulha.

 

publicado por Rui Romão às 16:23
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