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Sexta-feira, 17 de Março de 2006

Dinastias Parte II

É comum identificar 4 Dinastias reinantes em Portugal: Afonsina, Avis, Filipina (ou Habsburgo) e Bringatina.

Em rigor não estamos a falar de quatro dinastias, mas tão-somente de 4 ramos de uma só dinastia. Vejamos.

D. Afonso Henriques fundou a Dinastia borgonhesa que se extinguiu formalmente com a morte de D. Fernando I. Sucedeu-lhe D. João I, Mestre de Avis, e putativo fundador da 2ª dinastia. Sucede que o Mestre não só era irmão do Rei finado, como era filho natural do "justiceiro" D. Pedro I, antecessor de D. Fernando I.

A designada Dinastia de Avis tem o seu ocaso com o Cardeal-Rei D. Henrique. Sucede-lhe Felipe II de Habsburgo (com uma breve escaramuça pelo meio, para os lados de Alcântara). Felipe II era filho do Imperador Carlos V e da Infanta D. Isabel, ou seja neto de D. Manuel I. Embora legitimamente o trono coubesse à Duquesa de Bragança, os laços de parentesco de Felipe II com a coroa portuguesa são evidentes.

A casa de Bragança foi fundada por um filho natural de D. João I, D. Afonso, cujo consórcio o uniu à filha do heroi de Aljubarrota, D. Nuno Alvares Pereira.

O elo de consaguinidade por linha varonil directa em relação ao nosso primeiro Rei só foi quebrado com o casamento de D. Maria II com D. Fernando II de Saxe Coburg-Gotha.

D. Pedro V, D. Luis I, D. Carlos I e D. Manuel II foram os únicos monarcas a constituiram o único desvio a esta relação de consaguinidade.

Este desvio foi corrigido com a passagem da chefia da Casa Real Portuguesa para o ramos legitimista, relativo aos descendentes de D. Miguel I, cujo actual titular é Dom Duarte Pio e que por conseguinte, descendente directo do nosso saudoso D. Afonso Henriques. 

Dinastias, ou será Dinastia Portuguesa?

 

publicado por Rui Romão às 12:58
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