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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2013

Seremos Europeus?

Pouca gente da minha geração saberá, mas Lisboa já teve outro aeroporto para além do da Portela. Situava-se em Cabo Ruivo e era exclusivamente utilizado por hidroaviões, maioritariamente pelos que faziam a travessia atlântica da Europa para os Estados Unidos. Como nos anos 40 a fiabilidade mecânica das aeronaves ainda não era a desejável, optava-se por fazer os voos longos em hidroaviões, uma vez que, em caso de urgência, podiam amarar no Atlântico. Como na Europa nem todas as capitais dispunham de aeroportos para hidroaviões, Lisboa funcionava como um “hub” onde os passageiros provenientes do continente americano, principalmente dos Estados Unidos, amaravam em Cabo Ruivo e depois faziam o transbordo para aviões convencionais que partiam da Portela com destino a outros países europeus. A ligação entre os dois aeroportos era feita por uma grande avenida construída para o efeito, baptizada de “Avenida Entre Aeroportos”, actual avenida de Berlim. Este procedimento foi muito utilizado, principalmente durante a II Guerra Mundial, quando a capital portuguesa se converteu num ponto de escala para os EUA, nomeadamente para os Judeus perseguidos pela Alemanha nazi. Este aspecto meramente logístico, que não chega sequer para uma nota de rodapé na história do século XX, constitui no entanto uma metáfora daquilo que foi sempre o nosso destino manifesto enquanto nação, nos últimos 5 séculos: fazer a ponte entre os diversos continentes. Há 500 anos iniciámos o processo que ficaria conhecido como globalização, caracterizado pelo estreitar de ligações entre a Europa, América, África e Ásia, sem esquecer da Oceania, cuja primazia portuguesa, na pessoa de Cristóvão de Mendonça, parece hoje em dia inquestionável. O país saiu das suas fronteiras europeias no século XV quando o Infante Dom Henrique deu indicação à sua frota da Ordem de Cristo, da qual era Grão Mestre, que até então se dedicava sobretudo ao corso, para avançar para sul na exploração do continente Africano. D. João II teve o projecto de chegar á Índia utilizando o legado de exploração costeira, que seria logrado com D. Manuel. No reinado do Venturoso começámos a explorar a rota do Cabo e chegámos ao Brasil, apesar de a colonização do colosso sul-americano ter ficado em banho-maria até ao reinado do seu filho, D. João III. Os entrepostos africanos eram pontos de escala para fazer aguada e também importantes mercados de compra de escravos, nomeadamente com o início da colonização do Brasil, que necessitava de mão-de-obra abundante, uma vez que os índios não se deixavam submeter ao regime esclavagista. Para além do negócio de transporte de especiarias para a Europa, onde a feitoria da Flandres era o centro nevrálgico de abastecimento do velho continente, os portugueses também se dedicavam ao comércio no Índico, fazendo trocas comerciais entre diversos portos, sem qualquer ligação à Europa. Desta forma, todos os continentes ficaram ligados pelos portugueses, autêntico embrião da globalização, embora numa lógica de trocas comerciais. No entanto são notórios os traços dessa passagem. A começar pela língua e costumes que legámos a territórios que hoje constituem estados soberanos na América, África e Oceania, sem esquecer o legado cultural nas antigas cidades-estado tomadas pela União Indiana em 1961 ou pela progressiva Macau, revertida à grande nação chinesa em 1999. É evidente que hoje em dia as características e a proximidade à escala planetária são muito diferentes, com a sofisticação dos meios de transportes de tecnologias de informação, que permitiu aos povos estarem todo na mesma sintonia, com o grande beneficiário deste movimento ser o colosso norte-americano, cuja prevalência cultural constitui a arma mais eficaz para a sua hegemonia à escala global. Este fenómeno não nos deve desviar de uma constatação óbvia: o planeta Terra continua a ser um espaço onde coexistem realidades muito diferentes, manifestando-se sob a forma de desigualdades gritantes, nomeadamente entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Contudo, também não podemos deixar de registar que este movimento, ao contrário do que proclamavam os movimentos antiglobalização, tem contribuído para reduzir algumas disparidades, como comprovam países como a China, Índia e Brasil, cujo desenvolvimento exponencial se deve, em grande parte, à globalização, motivo pelo qual os movimentos de esquerda já não se insurgem contra este fenómeno como há 10 anos. E Portugal? Que papel e que benefícios pode retirar de um movimento que o próprio lançou as primeiras sementes há mais de 500 anos? Portugal viu-se reduzido territorialmente à sua condição de nação exclusivamente europeia com a descolonização de 1975 (a entrega de Macau em 1999 não diminui esta análise), e depois de um processo de instauração do regime democrático conturbado, viríamos a ser admitidos na união europeia em 1985. A partir daí, com a avalanche de fundos comunitários de que fomos beneficiários, criou-se a ilusão que num curto espaço de tempo seríamos tão europeus como alemães, franceses ou holandeses. Que atingiríamos o patamar de desenvolvimento económico e civilizacional dos nossos parceiros do centro da Europa. O que tinha obstado a que já lá estivéssemos fora o atraso provocado por esta visão pluricontinental de um regime autoritário e caduco, que nos manteve na retaguarda no pelotão do desenvolvimento. A crise de 2008 teve o condão de desmistificar, embora com pesados sacrifícios para todos os portugueses, esta visão eurocentrista. Não só Portugal se desenvolveu a todos os níveis no chamado período do Estado Novo, embora à custa de um regime autoritário que não admitia vias alternativas, como não era exclusivamente na Europa que iríamos aceder a esse estágio de desenvolvimento superior. A interpretação que faço desta realidade leva-me para uma questão a montante desta mera observação de dados estatísticos, que teimam em nos colocam atrás dos nossos parceiros europeus: Seremos mesmo europeus? A minha resposta é simples. Não somos, nem nunca seremos, “apenas” europeus, como os países do centro e norte da Europa, porque tal não faz parte do nosso ADN como povo. Nascemos com o apoio da Europa, com destaque para o apoio que São Bernardo de Claraval deu ao nosso primeiro Rei, ou dos cruzados do norte da Europa que ajudaram o mesmo D. Afonso Henriques a tomar Lisboa, mas nunca nos cumprimos na Europa. Tivemos que nos bater contra o nosso vizinho castelhano para garantir a nossa subsistência como nação, e partimos rapidamente à procura de um espaço vital através da odisseia marítima. Começámos no norte de África em 1415, onde voltaríamos em força no reinado de Dom Afonso V. Explorámos a costa africana e dobrámos o continente, abrindo-nos o caminho para a chegada à Índia. Com a exploração da Rota do Cabo, tocámos pela primeira vez no continente americano e soubemos preservar essa conquista através do Tratado de Tordesilhas, negociado anos antes. Estabelecemo-nos em África, como pontos de escala, mas a partir do século XIX, perdido o Brasil e sob a ameaça da perda das colónias, começámos um processo de exploração dos sertões africanos, constituindo as nações africanas que ainda hoje falam a nossa língua. Em síntese, nunca nos realizámos no continente europeu, assim como a Espanha e a Itália também nunca o fizeram. A Espanha voltou-se para a América e a Itália para o Mediterrâneo, não fossem as suas cidades marítimas de Veneza, Génova e Florença o centro do comércio entre a Europa e o Norte de África. Curiosamente, são estes países que estão a sofrer mais com a crise europeia de 2008. Se juntarmos a Grécia, que constitui um país moderno, nascido da emancipação face ao Império Otomano, temos o quarteto de países do sul, malquisto nas chancelarias do centro da Europa por estarem a braços com problemas de gestão da dívida soberana. Talvez não seja só uma coincidência, nem tão-pouco apenas um sinal de laxismo das contas públicas típicos de latinos. Talvez seja mais a matriz cultural, resultado de um passado de convivência com outros povos e realidades, que nos faz divergir do código de valores e conduta partilhados pelos países do centro e norte da Europa.

Se calhar, nós, e os países do sul em geral, não somos tão europeus como nos fazem crer.

publicado por Rui Romão às 08:46
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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2013

O Dandy

A ideia de escrever este post surgiu quando cumpria um dos rituais que não dispenso há muitos anos: descer o Chiado. Não existe local mais arrebatador, como uma faculdade única de me transportar para fora da minha vida quotidiana, levando-me para uma espécie de universo paralelo. O fascínio, esse, vai muito para além da sua paisagem física. Diria mesmo que a sua magia reside mais na minha imaginação, degenerada pela literatura romântica - qual Dom Quixote de La Mancha – do que na arquitectura daquela ladeira elegante, ou vaidosa como lhe chamou Ramalho Ortigão.

A visita ao Chiado pode ser feita de duas formas: Descendo a ladeira olhando para as montras, para os transeuntes, bebendo um café na Brasileira ou nos armazéns do Chiado, ou fazer o mesmo percurso mas vendo uma Eça a caminho do Grémio, ou um Garrett a parar na Bertrand, trocando umas palavras de ocasião com Herculano, ou cumprimentando o Ramalho, que descia a rua com o seu habitual aprumo.

Eu prefiro a segunda opção, e como tal imaginei de que forma conseguiria um dia explicar ao meu filho aquela envolvência e assim, caso ele o queira, mergulhar nesse outro Chiado, que tem que ser revelado com auxílio da prosa romântica, com destaque para o inevitável Eça. Depois desta reflexão, achei que não haveria melhor forma de explicar este Chiado romântico do que falar do seu máximo representante – a figura do dandy.

O dandy é um produto da revolução industrial. No século XVIII dá-se uma das maiores transformações operadas na História da Humanidade com o aparecimento da máquina a vapor, que revoluciona completamente o tecido produtivo, cujo reflexo abrange vários domínios, desde o político, passando pelo económico, social e cultural.

No espectro político a expressão mais evidente foi a Revolução Francesa, resultado do fortalecimento de uma burguesia enriquecida, que vem disputar o poder até então monopolizada pela nobreza de sangue.

No campo económico dá-se um crescimento exponencial da produção, explicada pela maior rapidez de fabrico, procedendo-se à substituição da forma tradicional de manufactura por máquinas movidas a vapor, que permitem um aumento substancial da produção.

Socialmente dá-se um êxodo dos campos para as cidades, onde se fixam as novas indústrias. O campo fica despovoado, pelo facto de o salário industrial ser superior ao que se podia vencer na exploração dos campos de cultivo. Constroem-se bairros nas imediações das grandes indústrias, onde se vai aboletando uma horda de trabalhadores, explorados até ao limite da sua sobrevivência física em prole do lucro. Foi esta situação extrema que levou ao aparecimento dos movimentos proletários, que surgem como forma de luta contra a situação paupérrima em que viviam.

Se por um lado os proletários viviam numa situação de miséria, não deixa de ser verdade que a revolução industrial provocou um aumento exponencial da riqueza, na figura do burguês de sobrecasaca que veio criar uma nova sociedade. A prosperidade industrial levou ao aparecimento de outras actividades, com o estabelecimento do Estado Burguês, após o período revolucionário francês. Dá-se a proliferação de jornais, a multiplicação das actividades culturais, a aposta no ensino. No fundo exigências de uma nova sociedade, com muito tempo de ócio e uma riqueza inédita, provocada pela maior produtividade da máquina a vapor.

Foi no tédio em que vivia esta sociedade - o chamado spleen - que devemos enquadrar o aparecimento do romantismo. O burguês precisava de adrenalina, de exaltação de sentimentos, de arrebatamentos, como catarse da sua vida monótona e previsível. Este movimento cultural foi o primeiro que abrangeu todas as formas de expressão humana. Da Pintura, à música, literatura, escultura, teatro foram terrenos férteis para a cultura romântica.

Para além da cultura, o burguês cultivou o gosto pelo vestir bem. A elegância passa a ser obligé. No passeio público (actual Praça dos Restauradores), as senhoras passeavam as suas toilettes, perante maridos orgulhosos, que viam na sua elegância um trofeu para o seu sucesso, objectivo ou não. Os senhores habituaram-se a usar fatos de sobrecasaca, não descurando o aprumo físico. Garrett, o introdutor do romantismo em Portugal, espartilhava-se para mostrar a sua suposta elegância. Ramalho Ortigão apregoava a quem o quisesse ouvir que mandava vir os fatos de Paris. Há quem garanta, contudo, que os mandava fazer ao senhor Keil, pai de Alfredo Keil, compositor de “A Portuguesa”.

No entanto, em Portugal este movimento foi mais tardio por dois motivos. Em primeiro lugar porque a instauração do Liberalismo foi muito problemática, com os ânimos apenas a serenarem depois do Golpe da Regeneração (1851), no Porto, na segunda metade do século XIX, Em segundo lugar, a industrialização portuguesa também foi tímida e tardia. Devemos ao comboio e à política de fomento de Fontes Pereira de Melo o relativo sucesso que foi a industrialização do país, nomeadamente no último quartel do século XIX.

Foi nesta sociedade recém-chegada ao romantismo que nasce o dandy. Paletó e sobrecasaca são adereços indispensáveis. O dandy é um senhor elegante, culto, que se veste bem, que tem hábitos sociais de prestígio, como ir á opera (o Teatro São Carlos) ou participar em tertúlias literárias (no Grémio Literário). O desporto, também é uma exigência. A figura do sportsman que, na boa tradição cavalheiresca britânica, pratica ténis e hipismo (no Hipódromo de Belém), não dispensando as apostas, um desporte chic a valer, como dizia Dâmaso Salsede. O jogo, onde se manifesta um profundo desprezo pelo dinheiro (no Casino Lisbonense), acompanhado por senhores distintos que fumam charuto (da casa Havanesa).

Eis o roteiro de um dandy, cujos marcos se encontram, com a excepção do hipódromo, no Chiado. Aqui se encontravam todas as “instituições” de que necessitava para desempenhar o seu papel.

Para o dandy o Chiado era o seu habitat natural. Ali era o verdadeiro centro do país. Como dizia João da Ega, o país está todo entre a Arcada e São bento. Ali politicava-se, conspirava-se, falavam das suas conquistas, dos ministérios, das cantoras do São Carlos. Todos estes ingredientes estão nos Maias, cujas personagens tenho citado. Diz-se que a obra-prima de Eça de Queirós é uma crítica à sociedade do seu tempo, nomeadamente a um país conservador, rural, provinciano (curiosamente Eça viria a ser acusado por Fernando Pessoa de ser, ele próprio, um provinciano), com um ensino retrógrado e uma influência excessiva da Igreja Católica. Encarna estes pecados na figura do Eusebiozinho, aquela figura frágil e sorumbática que era a vítima de Carlos da Maia na sua meninice pelos campos de Santa Olávia. Este mesmo produto de uma educação católica e fradesca, ministrada pelas beatas de província, que vem a produzir um ser moralmente ignóbil, sem brilho, sem garra, um autêntico tropeço. A própria moral católica não foi muito bem apreendida, ou não o tivesse surpreendido em Sintra com uma espanholas e o famoso Palma Cavalão, por um Carlos da Maia que procurava Maria Eduarda.

No entanto, outros personagens como Carlos da Maia e João da Ega, que não foram subjugados a esta moral católica e paralisante, conseguem ser retratados de uma forma mais positiva. Carlos da Maia, educado à boa maneira britânica pelo velho Afonso da Maia, não resiste ao “lodo do Chiado”. Apesar da educação primorosa não passa de um diletante romântico, sem qualquer objectivo de vida, que insiste numa relação incestuosa mesmo depois de o saber. João da Ega, cheio de planos revanchistas em relação do banqueiro Cohen, que o expulsou de casa, vestido de Mefistófeles (diabo), quando descobriu que era amante de sua mulher, não fugiu da inutilidade em que mergulhou a sua vida.

Nos Maias, o único personagem que é retratado de uma forma irrepreensível é Craft, que é um inglês culto, elegante, ou seja o verdadeiro dandy.  Carlos da Maia e João da Ega apesar da educação e da influência literária não chegam a esse patamar. Porquê? Penso que essa é que é a verdadeira moral da obra de Eça. Desmascarar os burgueses elegantes, ou seja os dandys, reduzindo-os à sua caricatura. Se exteriormente era fácil comportarem-se como tal, em termos de valores a nossa sociedade ainda não tinha atingido esse patamar de desenvolvimento humano. Podiam-se vestir bem e ter hábitos elegantes, mas permaneciam com a degeneração de costumes de um Eusebiozinho, ou sem um propósito de vida digna de um burguês de Londres ou Paris. No fundo eram uma caricatura, uma máscara, que escondia uma imagem que era muito diferente da que projectavam. Eram tão rudes como um Dâmaso, tão frágeis como um Eusebiozinho, tão medíocres como um Cruges. No fundo, só tinham a máscara, ou a toilette. Não eram esse produto original da Revolução Industrial e da cultura romântica que foi uma autêntica instituição nessa Europa culta, que foi a figura do dandy.  

  

publicado por Rui Romão às 08:27
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