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Faz hoje precisamente 5 anos que comecei esta minha aventura na blogosfera. O Dom Afonso Henriques tem sido para mim um espaço de reflexão, onde escrevo sofre a minha visão da nossa história. Esta é a visão de um cidadão, que não tem a pretensão de dar ares de historiador (que não sou), nem tão pouco escrever teses muito elaboradas com recurso a fontes documentais. Tal como as "Farpas" de Eça e Ramalho contento-me com a epiderme, numa escrita sem utilizar outro recurso que não seja a memória de livros que li, de viagens que fiz por este país, os museus que visitei, etc. Como tal, não me admira que por vezes me possa enganar numa data, num nome, num facto, mas para mim isto é a mais- valia de um blog. A escrita instantânea, impulsiva, sem grandes pensamentos do ponto de vista formal, mas com uma grande seriedade na abordagem. Digo seriedade porque não me arrogo do direito de ser dono da verdade. A única verdade de que sou dono é da minha própria, não reivindico outra. Por outro lado, esta escrita despretensiosa e despojada de grandes formalidades permite-nos que sejamos mais sinceros e que não tenhamos tanto apreço pelo politicamente correcto. Ao longo de cinco anos já mudei de opinião sobre algumas coisas que escrevi, mas não foi por isso que rescrevi posts já publicados. Acho que não devemos rescrever a história - à maneira estalinista - e o que acaba por ser este percurso que cada um de nós faz nesta vida, senão o de escrevermos a nossa própria história. E esta história é escrita através da aquisição contínua de conhecimentos que vão abalando os alicerces das nossas certezas. Ainda bem que assim é. Se a aprendizagem não servisse para pôr em causa o saber adquirido, para que serviria afinal? É este o testemunho que gostaria de deixar para a posterioidade, agora que se cumprem os 5 anos do Dom Afonso Henriques.
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